Estou fora da luta,
Caminho no deserto,
Farto de uma disputa,
Isto não é certo.
Continuarei a andar,
Sempre no bom caminho,
À espera de encontrar,
Alguém que me dê carinho.
O que tenho comigo,
É injustiça,
Só quero ser amigo,
No meio desta grande cobiça.
Faço um apelo,
Sejam justos,
Tirem-me deste pesadelo,
Não sou eu que assusto.
Sinto-me monstro,
Mas tenho bom coração,
Pelo que demonstro,
Só preciso da vossa compaixão.
Peço por oportunidade,
Peço por perdão,
Onde está encontro felicidade,
Nas ruas da solidão?
Rúben Sousa (29-12-2010)
quarta-feira, 29 de dezembro de 2010
domingo, 26 de dezembro de 2010
sem e com.
Eu prometi,
Sem que acreditasses,
Agora que consegui,
Queria que voltasses.
Eu mudei,
Como tu pediste,
Nunca achei,
Que me desiludiste.
Pensa bem,
Ainda te arrependes,
Arrependo-me também,
Será que não aprendes?
Nas palavras sou forte,
Porque há sentimento,
Mas ando sem sorte,
E farto de sofrimento.
O tempo é um risco,
Posso-te perder,
Nem sequer petisco,
Quem me faz sofrer.
Ainda me amas,
Estás-te a enganar,
A tua alma está em chamas,
Por não me poderes beijar.
Lágrimas derramadas,
Corações despedaçados,
Somos e seremos,
Dois seres amados.
Rúben Sousa (26-12-2010)
Sem que acreditasses,
Agora que consegui,
Queria que voltasses.
Eu mudei,
Como tu pediste,
Nunca achei,
Que me desiludiste.
Pensa bem,
Ainda te arrependes,
Arrependo-me também,
Será que não aprendes?
Nas palavras sou forte,
Porque há sentimento,
Mas ando sem sorte,
E farto de sofrimento.
O tempo é um risco,
Posso-te perder,
Nem sequer petisco,
Quem me faz sofrer.
Ainda me amas,
Estás-te a enganar,
A tua alma está em chamas,
Por não me poderes beijar.
Lágrimas derramadas,
Corações despedaçados,
Somos e seremos,
Dois seres amados.
Rúben Sousa (26-12-2010)
terça-feira, 21 de dezembro de 2010
O Poema.
Devastado,
É como me sinto,
Depois de afastado,
Não sou eu que minto.
Destino que mudou,
Coração que se partiu,
Alguém que chorou,
E outro que não que viu.
Cambalhota da vida,
Não sabe como fica,
Numa viagem de volta e de ida,
Onde o tempo não estica.
Tudo aconteceu,
Ninguém perdoa,
Quem perdeu,
E anda à toa.
Implora,
Sente a culpa,
Não demora,
Em pedir desculpa.
Sem amor,
Com amizade,
Muita dor,
Pouca felicidade.
Rúben Sousa (21-12-2010)
É como me sinto,
Depois de afastado,
Não sou eu que minto.
Destino que mudou,
Coração que se partiu,
Alguém que chorou,
E outro que não que viu.
Cambalhota da vida,
Não sabe como fica,
Numa viagem de volta e de ida,
Onde o tempo não estica.
Tudo aconteceu,
Ninguém perdoa,
Quem perdeu,
E anda à toa.
Implora,
Sente a culpa,
Não demora,
Em pedir desculpa.
Sem amor,
Com amizade,
Muita dor,
Pouca felicidade.
Rúben Sousa (21-12-2010)
sexta-feira, 17 de dezembro de 2010
my friends

O sentimento tem várias vertentes. Podemos ter algo muito bom e outro muito mau. Tudo ao mesmo tempo ou então nada. A vida dá-nos várias lições. Nestas lições podemos ter algo ou podem-nos tirar algo. A mim tiraram-me tudo. Mas claro, a culpa é minha porque fiz uma cena que nunca na vida poderia ter feito. Para além deste sentimento de culpa, tenho remorsos, estou destroçado e sozinho. Por um momento, em que não fui a minha pessoa, perdi os melhores amigos que podia ter e o amor da minha vida.
Perdi a Leonor que me compreendia e que eu compreendia, que me ajudava e que eu ajudava. Ela dizia sempre que eu era parvo pelas minhas piadas sem nexo que dizia e ainda digo por vezes. Perdi o Pina que partilhava música comigo e me mostrou e ajudou a gostar de outra música. Sempre que ouço músicas dos Red Hot Chili Peppers, lembro-me dele. Principalmente quando ouço a "Coffee Shop" e me lembro do humor dele. Perdi o Lica que me ajudava em tudo, me apoiava em tudo e me dava imensos conselhos. Ajudava-o como podia. É uma grande perda para mim porque com ele podia sempre contar e agora... Lembro-me de quando "discutíamos" sobre o Benfica e o Sporting, os nossos clubes. Perdi o Esteves que me dava conselhos óptimos e tinha, e tem, gostos parecidos com os meus. Partilhávamos várias coisas, desde gostos musicais até gostos culinários. Perdi o Luís Campos que me ajudou e me salvou uma vez de não ficar na rua uma noite inteira. Com ele me ri várias vezes. Abracei-o e ouvi-o na segunda. Ele perdoou-me mas ambos sabemos que nada vai ser igual. Perdi a Maria e o Miranda com quem tive momentos hilariantes e que sabiam sempre o que me dizer para ajudar. Apesar deles terem falado comigo no Domingo, não foi e nunca será igual. E perdi a Carolina. A rapariga que mais amo no Mundo e com quem passei os melhores momentos da minha vida. Custa-me tanto estar longe dela! Tudo me faz lembrar dela. Tudo me faz pensar nela. E a pergunta que tenho na alma impõe-me... O que farei agora da minha vida sem ela ao meu lado?
E numa noite perdi tudo e vi o meu Mundo desabar. Agora quero reconstruir isso mas não sei como fazê-lo. Pelo menos, sem eles. Sem eles, o meu Mundo estará incompleto e vazio, uma grande parte dele, como se de um continente se tratasse. Assim posso confirmar que a vida dá várias voltas e nunca sabemos o que esperar...
quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
16-12-2010
Dias difíceis,
Horas complicadas,
Quando duas pessoas se amam,
E continuam separadas.
Já diz o povo,
E com razão,
Quando se perde algo,
É que se dá a devida valorização.
O tempo pode trazer,
De volta o Nós,
Mas agora há palavras,
Que não podem ser ditas pela minha voz.
O meu coração está entregue a ti,
E contigo quero sempre ficar,
Porque muitas vezes prometemos,
Que sempre nos vamos amar.
Horas complicadas,
Quando duas pessoas se amam,
E continuam separadas.
Já diz o povo,
E com razão,
Quando se perde algo,
É que se dá a devida valorização.
O tempo pode trazer,
De volta o Nós,
Mas agora há palavras,
Que não podem ser ditas pela minha voz.
O meu coração está entregue a ti,
E contigo quero sempre ficar,
Porque muitas vezes prometemos,
Que sempre nos vamos amar.
sábado, 11 de dezembro de 2010
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